Resmungando sobre Kuroshitsuji II – verdade ou mentira?

Bom, eu já imaginava que o tópico fosse render mas queria evitar voltar a falar sobre KuroshitsujiII tão cedo… mas vejo  TANTA gente confusa e tenho me repetido tanto pela internet, que resolvi organizar um pequeno post.

Segundo todos os meus sites-fonte em 4 idiomas, rsrs, as únicas informações concretas que temos até o presente momento sobre a segunda temporada de Kuroshitsuji são os nomes dos personagens, os seus dubladores e a sua aparência. Quem souber inglês e for mais hardcore pode ler esta entrevista com o produtor Hiroyuki Shimizu que entrega apenas alguns pequenos detalhes a mais.

Agora, boatos e especulações estão bem mais prolíficos. Confira algumas teorias das fãs:

-A segunda temporada se chamaria Monotsuji.
-O mordomo seria um shinigami.
-O mordomo seria Sebastian.
-O mestre seria o demônio desta vez
-O mestre na verdade não é um menino e sim uma garota disfarçada.

Repito, tudo isso é BOATO, mas pode ser que alguém tenha acertado no palpite, não é mesmo?

E para quem ainda está revoltado (juro que já vi gente xingando a Yana Toboso… putz), angustiado, etc, vou repetir: não foi confirmada nem desmentida a participação de Sebastian e Ciel na segunda temporada.

Assim como qualquer animação do mundo, este filler pode ser bom, pode ser ruim. O fato é que o mangá ainda está em curso e eu considero o filler como um modo de manter o interesse do público e ganhar tempo. Sinceramente, repito, acho muito melhor isso do que inventar uma história maluca com Ciel e Sebastian que vá ser totalmente discrepante com a cronologia original.

Pronto, gente, agora que consegui me cansar com um anime que nem começou ainda, prometo que não vou falar mais nada sobre Kuroshitsuji II até ter uma notícia de verdade. Ou até descobrir que o menino é uma menina, o que vier primeiro.

Resenha: Kinou Nani Tabeta? – volume 1

Está certo que eu prometo outras resenhas há algum tempo, mas espero que vocês possam me desculpar por ter escolhido fazer esta antes.

Quando li o mangá da premiada autora Fumi Yoshinaga Kinou Nani Tabeta? senti que tinha “descoberto” uma verdadeira pérola. Apesar de não ser propriamente BL (de novo, rsrs), acho que vocês podem gostar deste título.

Dito isto, vamos aos detalhes. “Kinou Nani Tabeta” (きのう何食べた?- What did you eat yesterday ?- “O que você comeu ontem?”) é uma série em andamento iniciada em 2007, que conta com 3 volumes publicados no Japão. O curioso sobre esta série é que trata-se de um seinen, isto é, um mangá para homens jovens e adultos, publicado na revista Morning.

O mangá conta a história do advogado Kakei Shiro, que vive com seu namorado, o cabelereiro Yabuki Kenji e tem como hobby preparar jantares dignos de um gurmê para o casal. Enfim, é basicamente um mangá de culinária, uma espécie de guia de menu, receitas e economia doméstica. A cada capítulo, a história que se desenrola é contada através da preparação dos jantares.

Os episódios são curtos, temáticos e fechados, de modo que podem ser lidos separadamente.

O estilo de desenho limpo e a diagramação clara de Fumi Yoshinaga são extremamente agradáveis à vista e de leitura fácil. Já o passo-a-passo das receitas e os pratos finais são ilustrados e reticulados de forma mais realista, quase didática e… apetitosa. Sinto a minha boca encher de água só de olhar para as figurinhas em P&B mesmo.

Shirou é um homem metódico, que não resiste a uma boa promoção no supermercado e não tolera desperdícios, ensinando muitas vezes como conservar e aproveitar alimentos. Os menus de Shirou são extremamente sofisticados  mas utilizam-se de ingredientes comuns e prosaicos para seu preparo. Comuns e prosaicos para o Japão, é claro, ou talvez para o Bairro da Liberdade no máximo.

Pessoalmente acho que a comida de um povo diz muito sobre ele. Está certo, não sou entendida no assunto e não sei detalhes sobre os significados de cada ingrediente. Mas qualquer um pode perceber por este mangá, se é que não notou ainda, que a culinária japonesa fala de pessoas meticulosas, preocupadas com o equilíbrio e o prazer das pequenas sutilezas. Cada detalhe e porção é estudada com cuidado.

E também podemos entender um pouco mais do personagem Shirou, um sujeito certinho e vaidoso, que surpreendentemente tem uma boa relação com o parceiro Kenji, um tipo oposto, despojado e mais emotivo. Acho que os opostos se atraem e no caso, se completam.

Outra coisa que chama a atenção neste mangá é que os personagens são realmente gays, afirmam-se como tal, parecem homens gays autênticos. Estes elementos são raros não apenas no yaoi/BL quanto no próprio bara.  Os protagonistas de Kinou Nani Tabeta? são críveis e protagonizam momentos engraçados sem cair em nenhum estereótipo super caricato.

Embora o destaque seja para o preparo e a apreciação da comida, diversos temas do cotidiano de Shirou e Kenji apareçam nas páginas do mangá. A questão da homossexualidade está quase sempre presente e é abordada de forma leve, sutil e ao mesmo tempo bastante madura. Nas páginas de Kinou Nani Tabeta?, vemos alguns desafios dos gays que “saem do armário”, como lidam com seus pais que em teoria os aceitam mas que no fundo não os entendem, como mantém -ou não- a discrição no ambiente de trabalho, como lidam com a pressão social de ter uma namorada.

Ditos assim, são temas incômodos, mas Yoshinaga-sensei optou por não agredir o leitor e sim convidá-lo para uma reflexão divertida. (Posso até estar sensibilizada com a minha TPEmo, mas não tenho como não usar a palavra “brilhante” neste ponto. )

Eu ri muito com o episódio que tratou do trabalho do Kenji no salão de beleza e sua “habilidade especial” para lidar com os clientes difíceis. Mas o episódio de trabalho que mais me emocionou foi quando Shirou defendeu um cliente que sofria agressões físicas da própria esposa. Em uma tacada só tivemos uma discussão sobre violência doméstica e identidade de gênero. Afinal, o que é ser um homem de verdade? Genial. Fiquei muito surpresa em ver tais assuntos colocados desta forma em um mangá masculino.

Infelizmente para as pervas e pervos de plantão (grupo no qual eu me incluo), não há demonstrações físicas de afeto entre os protagonistas. Mas de qualquer modo um shounen-ai em uma revista para rapazes que não é voltada especificamente para um público gay, já seria de ousadia impensável aqui no Brasil – mesmo que recontextualizado. O que é uma pena, pois vejo muitas informações positivas neste título, em especial para os rapazes, desde saúde até economia doméstica, sem preconceitos.

Sei que muitos fãs da Yoshinaga-sensei e de seu sucesso Antique Bakery consideram o Ono como sendo um dos personagens gays mais realistas vistos num mangá. Eu concordo com esta opinião mas reforço a recomendação para que também leiam “Kinou Nani Tabeta?”.

E para quem curtiu este artigo sobre os gays no Japão, pode considerar Kinou Nani Tabeta? como uma espécie de… bibliografia complementar. Mesmo que precise pular as receitas. (mas não deixem de ler sobre a geléia de morango, é muito fácil de fazer.)

Imagens de Kuroshitsuji II

Bom, finalmente saíram algumas imagens de “Kuroshitsuji II” (Black Butler) que incluem o novo mordomo Claude Faustas e o mestre Alois Trancy. As imagens foram publicadas na Animedia e Animage e scanneadas por spacexat da Comunidade Kuroshitsuji do Livejournal. Visitem a comunidade para ver as imagens em tamanho HD. ^^

As fãs têm cogitado que Claude possa ser Sebastian com outro nome, por sua semelhança física, ou talvez seja apenas um character design fruto de um momento de pouca criatividade.

Mais Viewfinder??? Yay!

Segundo o que foi “pescado” no blog da mangaka Ayano Yamane por seus fãs da comunidade do Livejournal, “Viewfinder” deve retornar às páginas da BexBoy Gold no final do mês. E com Asami e Akihito na capa.

Para quem não conhece , Viewfinder conta a história do fotógrafo  Takaba Akihito que durante uma tentativa de flagra jornalístico, é levado a “acertar as contas” com o alvo de sua investigação, o mafioso Asami.

Não sei quanto a vocês, mas eu já estou ansiosa só com esta notinha. Não gosto muito de postar sem certeza da tradução (meu japonês é um lixo) mas aparentemente está correta. Quem quer champanhe? XD

Edit: tradução confirmada pela Lady of the Flowers e na própria BexBoy web. ^^ A revista referente ao mês de abril sai dia 27/02/10.

Ranking da Taiyosha 25-31 de Janeiro

Segue o ranking do portal Taiyosha, dos mangás mais vendidos no gênero yaoi/BL (ou melhor “outros”) no Japão de 25/01 a 31/01. A tradução é do blog Divine Decision e entre colchetes  encontram-se as posições no ranking anterior.

Como era esperado, Sotsugyousei Haru e Sotsyugyousei Fuyu ocupam os primeiros lugares desta lista, já que entraram no ranking geral da Oricon nesta mesma semana. Segundo o Shoujo Café, o BL Love Mode #04 caiu por engano novamente na categoria shoujo, em 10º lugar.

O ranking erra bastante, mas pelo menos existe, diferentemente do que (não) temos no nosso país tropical, não é mesmo??? Vamos ao top:

Mundo Fujoshi – Fujoshi pelo Mundo, Japão

Não sei quanto a vocês, mas sempre me pergunto sobre a visão que as pessoas têm sobre as fujoshi, em especial as japonesas, nativas do país que originou o yaoi. Como fujoshi alienígena que sou, as vejo como grandes felizardas, o que não significa que os locais tenham a mesma impressão.

Aqui no Brasil a gente sabe como é, além do sofrimento para adquirir merchandising original, nenhum apoio das editoras, ainda temos que aturar as batatadas dos leigos e de quem acha que entende do tema. As Fujoshi têm a vida tão rica com “pérolas” que o assunto fica para um outro post.

Sobre a visão dos japoneses sobre as fujoshi, encontrei dois artigos que queria dividir com vocês. O primeiro é uma tradução do Answerman da Anime News Network que responde diretamente à pergunta de acordo com suas experiências. Eu pessoalmente acho que os autores desta coluna na maior parte das vezes têm aversão ao tema yaoi, mas também vou deixar as minhas impressões para discussões futuras. Esta resposta em particular é interessante e imparcial o suficiente:

Como a questão do yaoi/yuri é vista no Japão? Alguém que veja ou leia yaoi/yuri é visto de forma negativa ou o tema é considerado apenas outra forma de entretenimento? Digamos, alguém que prefira mecha ou magical girls; mais uma preferência do que uma perversão.

Bem, a princípio eu vou discordar da sua afirmação de que os seguidores ávidos de yaoi e yuri vêem os gêneros mais como preferência do que perversão. Não, definitivamente existe perversão. Talvez isto não esteja sempre borbulhando na superfície do homoerotismo, mas é absolutamente a razão pela qual a maioria dos fãs de yaoi/yuri lêem o material. Em algum nível, a noção de dois personagens do mesmo gênero animado tocando-se e beijando-se é excitante de algum modo. Não estou dizendo que os fãs de yaoi e yuri estão loucos para ver algum pornô gay, porque isso também não é verdade. Muitos dos títulos yaoi mais vendidos, por exemplo, são alguns dos piores pornôs gay que já vi. Eles nem sequer  (censurado) um ao outro (censurado) (censurado) (censurado) suas bocas ávidas! Eu não consegui acreditar.

…de qualquer modo. Sua questão real! Uh, até onde pude notar, por amigas minhas que viveram no Japão e me contaram, os fãs de yaoi e yuri são vistos como… do mesmo jeito que são vistos aqui.Não são vistos negativamente per se, exceto pelo fato de que são vistos e subsequentemente tratados como audiência de nicho, não exatamente no mesmo patamar de popularidade de fãs de mecha e moe. O fandom yaoi ficou grande e onipresente o bastante ao ponto que as fãs agora têm seu próprio apelido, ‘fujoshi’, que traduz como “garota corrompida/podre”. E quase todos os novos animes do Japão com uma maioria de mulheres no elenco gosta de brincar com o reino dos estereótipos yuri, pelo que tenho notado. Então talvez os fãs de yuri finalmente tenham sua justa parte.

No final das contas, é só entretenimento e os fãs de anime, em especial a multidão hardcore otaku japonesa, seria muito hipócrita em lançar julgamentos sobre sua porção amante de yaoi e yuri, então a maioria deles parece cuidar de sua própria vida, mesmo que esta não seja a “sua praia”.

Acredito que esta resposta deva ser bem próxima da realidade, já que os japoneses são bastante reclusos e tendem a não exibir seus gostos pessoais para a sociedade, em especial no quesito ” material erótico”. No entanto, é legal notar que o yaoi não parece causar tanto mal estar no nicho de fãs de anime de lá quanto causa por aqui.

Bom, o segundo artigo me surpreendeu um pouco mais. O Sankaku Complex publicou uma pesquisa realizada no Japão onde as pessoas responderam que tipo de namorado/namorada não gostariam que sua filha ou filho trouxessem para casa.

A namorada que não é bem vinda para os pais japoneses:

1. Ela tem dívidas

2. Ela é uma bêbada violenta

3. Ela gosta de apostar (jogos de azar)

4. Ela é violenta

5. Ela tem uma personalidade ruim

6. Ela tem tatuagens

7. Ela tem tendência adúlteras

8. Ela não tem bons modos

9. Ela não tem bom senso

10. Ela não cumprimenta as pessoas de forma educada

Não foi surpresa para mim saber que um otaku estaria na 22ª posição do ranking masculino de namorados indesejáveis. A minha surpresa foi ver que temos fujoshi na lista das namoradas menos aceitas pelos pais japoneses, em 30º lugar! Não que eu ache que pais japoneses adorariam saber que sua  nora curte ver homens se pegando, mas é chocante perceber que por lá as pessoas sabem o que é uma fujoshi, ao menos o suficiente para que estejam na lista.

Bom, no Brasil poucas pessoas sabem o que é um otaku, quem dirá uma fujoshi.  E a julgar por esta pesquisa, AINDA BEM!

A cozinha maravilhosa de Fumi Yoshinaga

Segundo a ANN, um novo mangá de Fumi Yoshinaga foi licenciado pela Yen Press nos EUA. Trata-se de Not Love But Delicious Foods ou Ai ga Nakute mo Kutteyukemasu (愛がなくても喰ってゆけます。), um oneshot de 2005. O título é considerado uma espécie de guia de restaurantes e culinária em forma de mangá, que inclui até um mapa com os lugares favoritos da autora.

Eu também adoro fazer “turismo gastronômico” e a comida muitas vezes é o principal motivo para eu botar o pé para fora de casa, por isso acho que deve ser um mangá muito divertido. Infelizmente não vou poder ir aos restaurantes para conferir – até que eu vá ao Japão estes lugares já devem ter fechado todos – mas me animei com a idéia geral da trama.

Not Love But Delicious Foods é quase biográfico, conta a história de uma mangaka BL que além de trabalhar e dormir, tem uma grande paixão na vida: comida. A cada capítulo a personagem ou um de seus amigos, visita um restaurante diferente. Segundo o Mangaupdates, a dose de humor característica da Yoshinaga-sensei  neste mangá vem da interação da protagonista com seus amigos: um(a?) colega  de quarto com quem deve se casar se ficarem solteiros até que ela complete 30 anos e um amigo que a mangaka não percebe que é gay.

Mais conhecida pelos sucessos Antique Bakery e Ooku, Fumi Yoshinaga teve diversos títulos publicados nos EUA, a maioria BL/yaoi. A Blu, selo yaoi da Tokyopop lançou Truly Kindly, Gerard & Jacques, e Lovers in the Night. Pela Digital Manga Publishing saíram Antique Bakery, The Moon and the Sandals, Don’t Say Anymore Darling, Flower of Life e Garden Dreams. Por fim, a VIZ publicou Ōoku e All My Darling Daughters no mês passado.

Aliás, estou lendo o mangá seinen da Yoshinaga-sensei chamado Kinou Nani Tabeta? (きのう何食べた?- “o que você comeu ontem?”) que ainda não foi licenciado nos EUA mas que também tem receitas de pratos sofisticados, ilustrações de comidas apetitosas e um divertido par de protagonistas gays. É uma graça!

Yoshinaga está bombando nos EUA e bem que poderia ter um título publicado por aqui. Por quanto tempo vamos ficar com água na boca?

Fontes: Shoujo Café, Boys-luv.com

Rapidinhas: Concursos e desafios

Só queria frisar que quando não posto no Blyme, não significa que eu não tenha o que escrever… e sim que eu estive loucamente ocupada! Ok, vamos recuperar o tempo perdido com algumas rapidinhas:

1×2, 3×4, qual a sua matemática?

  • Está rolando o desafio anual de fanfics de Gundam Wing no Fanfiction.net chamado Amores Possíveis, organizado pela Ilia Verseau. Então se você for fã do grupo de pilotos mais querido das yaoistas, participe ou dê uma espiadinha.

Lembro que o último desafio de fics do qual participei foi em 2006 e não terminei a história até hoje. Abafa.

Mais uma chance para ganhar mangás yaoi e outros merchandisings

  • O The Yaoi Review não pára de lançar concursos, desta vez você não precisa saber desenhar ou fazer AMVs para concorrer a prêmios. Basta saber um pouco de inglês e ter bom humor para se qualificar a participar doFunny Dialog Contest“.

Rapidinhas: de tudo que eu não sei, lista de resenhas e Cavaleiros gays

Tal qual marido traído eu talvez tenha sido a última a saber. Ao procurar o blog da Yana Toboso, a mangaka de Kuroshitsuji (Black Butler)  para *tentar* saber mais sobre a nova temporada da série, fico sabendo que ela já desenhou yaoi sob o pen-name de Yanao Rock. Os personagens, ao menos estes da coletânea de oneshots Glamorous Lip seguem a tendência visual “gothic fashion” da autora e nem preciso dizer que os ukes têm um jeitinho “lolito”. Não sei dizer se de fato é shota, já que não tive oportunidade de ler ainda.

Enfim, é um longo caminho até a iluminação. Já perdi as contas dos mangás que estão na minha lista de leitura e talvez eu devesse fazer um Myanimelist ou algo do gênero para me organizar. Mas a fila de resenhas futuras eu sei de cor:

  • Under Grand Hotel – Mika Sadahiro
  • Damatte Naiteiru no Desu – Kaoru Uchida
  • Stallion e Saihoshi - Studio Kôsen
  • Dragon Age Origins – jogo para PS3, preciso terminar de jogar
  • Physical Attraction – Tatsumi Kaya

Este último título ganhei numa promoção relâmpago no twitter, para ler no sistema de aluguel online da Emanga. Depois da experiência vou poder resenhar sobre o serviço de distribuição digital de quadrinhos.

Falando em Twitter, quero lembrar que o Blyme, no caso eu, está  por lá. Basta me adicionar em /blymeyaoi. Eu estou sempre re-twittando tudo o que acho de mais interessante e yaoilicious. Também seguindo a moda vigente *risos*, tenho uma conta no Formspring.me, que é um sistema que permite que eu receba e responda as suas perguntas. Não que eu não o faça sempre que possível pelos comentários, mas é um canal extra!

Por último e não menos importante, para quem estava se roendo de curiosidade, o Diego Hatake postou as fotos do show de strippers com tema Cavaleiros do Zodíaco. Vejam que luxoooo! *risos* Ok, as roupas não são fantásticas, afinal precisam ser removidas com rapidez. Ainda assim, eu queria, queria muito estar lá. Tomara que o promoter Bambam veja o filão de negócios que está inaugurando. Já pensaram, fujoshis e fudanshis do meu Brasil, uma proliferação de shows “adultos” com cosplays?

E antes que vocês se animem, o vídeo mostra apenas rapazes e “moças” vestidos.

Sotsugyōsei no ranking dos mangás mais vendidos do Japão

Saiu o ranking da Oricon no ANN, que listou os 30 mangás mais vendidos no japão no período de 25-31 de janeiro. Por ser um ranking geral, que engloba todos os gêneros ( shounen, shoujo e etc), é um pouco raro ver títulos BL nessa lista.

Bom, Sotsugyōsei, de Asumiko Nakamura ocupa o 26º e o 27º lugares esta semana, com seus volumes Fuyu e Haru (inverno e primavera) lançados dia 28/01/10. O mangá faz o estilo “slice of life” e parece ter uma história muito singela. Sotsugyōsei é a sequência de Doukyuusei. O volume “Haru” encerra a série.